Presentes

Tem sempre uma nova comemoração ali esperando na esquina, Dia dos Namorados, Dia das mães, Bodas de casamento, Aniversários, Natal, etc.
Nós somos programados para dar e receber presentes nesses e em outras comemorações como símbolo de nosso amor por uns aos outros.

Foi ainda ensinado que a idéia de dar e receber presentes é um dos “Idiomas do amor” a idéia é extremamente ridícula, no entanto nós traatamos como doutrina: Eu te amo – Observe como brilha essa coisinha que eu comprei para você. Nos tornamos consumistas do amor.

A idéia grotesca de que de alguma maneira podemos tornar o amor um produto é nauseante. Aparentemente nós damos presentes porque somos perturbados com a idéia do verdadeiro amor. Comprar diamantes não é prova de eterna devoção. Compromisso, confiança, empatia, esses são provas de devoção.

Dar presentes é por definição uma transação. Mas amor não é uma transação ele transcende qualquer bem material e pode ser expressado somente por nossos pensamentos, ações e intenções.

Talvez Jonathan Frazen pôde se expressar melhor: “O amor trata de empatia sem fim, nascida da revelação de seu coração que te mostra que outra pessoa é tão real quanto a si mesmo. Amar uma pessoa específica é identificar-se com suas lutas e prazeres como se eles fossem seus, assim você entrega parte do seu Ser.

Não há nada de errado em comprar presente para as pessoas, somente há muito erro quando isso se torna uma representação de seu amor por elas. Eu recomendo presentear experiências ao invés de presentear bens materiais.

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